O Feel Group está a reforçar a sua aposta num modelo de hospitalidade integrada e flexível – que designa como “hospitalidade vertical” – baseado em edifícios multifuncionais e orientado para o segmento corporativo, com o objetivo de atingir 15 milhões de euros de volume de negócios em 2026.
“Estamos a olhar agora para objetivos deste ano do grupo de 15 milhões”, afirma Rui Lé Costa, co-founder e co-CEO, em entrevista ao TNews, depois de o grupo ter ultrapassado os 10 milhões de euros de faturação.
Num contexto de crescimento, o grupo português reconhece ainda assim sinais de maturação do mercado, sobretudo ao nível da oferta. “Achamos que o mercado está a entrar numa fase de estabilização”, refere, apontando para um contexto mais competitivo.
O Feel Group nasceu em 2009, de forma informal, a partir de dois apartamentos explorados em alojamento local no Porto e em Vila Nova de Gaia. “Inicialmente, era um hobby meu e do Nuno Trigo”, recorda. A criação da Feel Porto, em 2013, marcou o arranque da operação estruturada, que evoluiu para um ecossistema integrado de hospitalidade e serviços, hoje composto por 12 empresas.
Atualmente, o grupo posiciona-se como um operador de “spaces as a service” (SPaaS), integrando alojamento, trabalho, mobilidade e experiências num modelo que designa como hospitalidade vertical. “O que fazemos neste momento são edifícios de uso flexível, já não é só acomodação”, explica Rui Lé Costa.
O conceito de hospitalidade vertical está no centro da estratégia, assentando na integração de “flex living”, “flexwork” e eventos no mesmo ativo. “O objetivo de um produto vertical é incluir no mesmo espaço […] acomodação corporativa, trabalho e eventos”, refere.
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by TNEWS