Postado em sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026 08:27

Depois de um 2025 marcado por recordes na venda direta e pelo lançamento da Sarai, a sua solução de Inteligência Artificial conversacional, a Mirai entrou em 2026 com uma mudança estratégica: deixar de falar apenas de tecnologia e passar a falar de rentabilidade. Em entrevista ao TNews, Rui Maria, Country Manager da Mirai em Portugal, explica como o novo motor de reservas 3D, a IA agêntica e o projeto MCP estão a redefinir a relação entre hotéis e hóspedes — e porque acredita que o canal direto é hoje uma questão de “soberania financeira”.

Que balanço faz do último ano, tanto ao nível de resultados como das principais novidades apresentadas?

O balanço de 2025 é extremamente positivo, embora com uma nuance essencial: deixámos de medir o sucesso apenas em “vender mais” para passarmos a medir “vender melhor”. O foco esteve na qualidade da venda, e isso refletiu-se diretamente nos resultados dos nossos clientes.

Ajudámos os hotéis a alcançar quotas recorde de venda direta, mas o verdadeiro destaque foi o aumento significativo da margem líquida. Num contexto de custos operacionais crescentes, conseguimos reduzir o custo de aquisição por reserva e, ao mesmo tempo, impulsionar de forma expressiva o Net RevPAR — a métrica que realmente importa quando se avalia a rentabilidade da distribuição.

No que diz respeito ao produto, 2025 foi um ano de transformação profunda. Redefinimos por completo o nosso motor de reservas, introduzindo funcionalidades únicas no mercado, como experiências 3D imersivas e um novo nível de personalização, acompanhado por melhorias substanciais de velocidade e desempenho.

 

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by TNEWS