Posted at Friday, 23 January 2026 09:06

“Não basta integrar gestores brilhantes se a base continua a definhar. Não adianta investir em dashboards e software se a essência da hospitalidade é negligenciada, ou seja, as pessoas que a tornam real”

Portugal nunca esteve tão bem preparado para gerir o setor do turismo e da hospitalidade. A profissionalização da gestão deu frutos. Atualmente, encontramos nas direções das unidades perfis qualificados, preparados academicamente e com uma visão cada vez mais estratégica do negócio.
Mas há uma ironia cruel neste progresso, a base da pirâmide não acompanhou o topo. Pelo contrário, houve uma autêntica inversão.

É nas funções operacionais, onde se serve o cliente, onde se dá a cara pela marca, onde a experiência acontece, que se concentram os maiores desafios. Rotatividade elevada, desmotivação crónica, fraco compromisso. Um triângulo disfuncional que se repete unidade após unidade, como se fosse inevitável. E não, já não chega liderar bem do topo se a base continua a funcionar à força de elogios vazios, salários irrisórios e improvisos a cada turno.

 

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by TNEWS