A hotelaria está a entrar em 2026 com um reposicionamento da sua proposta de valor: os hotéis deixam de competir sobretudo por categoria ou número de estrelas e passam a diferenciar-se pela identidade, pela narrativa e pela capacidade de gerar ligação emocional com o hóspede. A conclusão é de uma análise da consultora Talentchef, especializada em conceitos gastronómicos para hotelaria de luxo.
Segundo a consultora, o alojamento deixa de ser o centro absoluto da experiência e passa a integrar um ecossistema mais amplo, onde convergem cultura, design, gastronomia, tecnologia e lifestyle. O viajante de 2026 procura coerência narrativa e propostas alinhadas com a sua visão do mundo, mais do que apenas conforto ou descanso.
Este movimento responde a um perfil de consumidor mais consciente e exigente, capaz de identificar propostas artificiais. Nesse contexto, a análise destaca que os hotéis evoluem para espaços com identidade própria, desenhados para transmitir uma visão clara e criar um vínculo emocional reconhecível com o cliente.
De acordo com a Talentchef, surgem novos formatos de estadia adaptados a momentos específicos da vida do viajante, como quartos temáticos, retiros de bem-estar ou escapadas que combinam arte, gastronomia e silêncio. Esta segmentação não é entendida como uma estratégia de nicho, mas como um modelo de diferenciação baseado na personalização e na profundidade da experiência.
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by TNEWS