Postado em quinta-feira, 16 de julho de 2026 07:45

Entrou como estagiária na Airmet em 2006, sem ambições de chegar à liderança. Vinte anos depois, Susana Fonseca é a diretora-geral do grupo de gestão de agências de viagens que ajudou a construir. No ano em que a Airmet celebra duas décadas de atividade, faz o retrato de um percurso marcado por crises económicas, pandemia, evolução tecnológica e instabilidade geopolítica, mas garante que o futuro passa por “continuar a ser uma referência incontornável na distribuição turística em Portugal, mas sobretudo uma empresa que nunca perdeu a essência”.

Há exatamente 20 anos que Susana Fonseca integra a estrutura da Airmet. Entrou em 2006 como estagiária para prestar apoio administrativo às agências associadas e, ao longo dos anos, passou pelas áreas comercial e operacional até assumir, em 2025, a direção-geral.

“Nunca foi uma ambição para mim tornar-me diretora-geral da Airmet. O meu objetivo sempre foi fazer um bom trabalho, o melhor que soube, com aquilo que tinha em mãos, e as oportunidades foram surgindo como consequência desse meu compromisso. No fundo, acaba por ser a prova de que a meritocracia ainda existe”, começa por afirmar, em entrevista ao TNews.

A ligação ao turismo começou ainda antes da vida profissional, influenciada pelo contexto familiar. Apesar de ter percebido cedo que não queria exercer a profissão de agente de viagens, encontrou na gestão e no apoio às agências o caminho que pretendia seguir.

“Terminei a faculdade e, passados uns meses, já estava a estagiar na Airmet. Durante o meu curso, fiz alguns estágios em agências de viagens [durante] o tempo suficiente para perceber que não queria ser agente de viagens – não porque não considero uma profissão nobre, mas porque percebi as dificuldades que era trabalhar na área. No entanto, trabalhar em conjunto com as agências de viagens era algo que me via a fazer”, conta Susana Fonseca.

 

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by TNEWS

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